Executivo adia concorrência para construção do Centro Administrativo

Foi publicada no Portal da Transparência da Prefeitura de Itaúna a suspensão da concorrência lançada com o objetivo de contratar empresa para a construção do Centro Administrativo. O certame visava a seleção de empreiteira para a edificação do Bloco A da futura sede do Executivo, em loteamento no bairro Pio XII, no fim da avenida Jove Soares. No entanto, o governo adiou o processo por tempo indeterminado.

A polêmica sobre o Centro Administrativo de Itaúna se arrasta desde que, em 2016, a poucos meses do fim do mandato, o então prefeito Osmando Pereira da Silva decidiu vender o prédio da Prefeitura. Com aval da Câmara, sob a justificativa de arrecadação de recursos para o empreendimento, o gestor foi responsável por leilão, do qual participou apenas um grupo empresarial, e que definiu a entrega da propriedade por R$ 9,590 milhões. O montante, aproximadamente R$ 1,2 mil a mais que o previsto em edital, era considerado, na época, insuficiente para a obra. Apenas na parte estrutural, o antigo governo gastou quase R$ 4 mi. Ao assumir o mandato, a atual gestão precisou rever projetos e, diante da impossibilidade de conclusão do empreendimento antes do término do prazo de carência do contrato, o Município passou a pagar aluguel de aproximadamente R$ 35 mil, em 2017.

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