Sexta, 15 Dezembro 2017

Plano de Mobilidade Urbana fica mais próximo da realidade em Juatuba

Publicado em Política Segunda, 11 Setembro 2017 13:29
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Já está nas mãos da prefeita Valéria Aparecida dos Santos o estudo do sistema viário de Juatuba. De acordo com o secretário de Planejamento e Coordenação, Júlio Cezar Gomes, o trabalho permitiu a análise da situação em que se encontram as ruas da cidade, como, por exemplo, quais não são pavimentadas; as condições de iluminação, dos sistemas de drenagem de água e esgoto; entre outras questões importantes, referentes à infraestrutura e urbanismo. 

O gestor comenta que, com base nas informações levantadas, todos os setores da administração terão o suporte para elaborar estratégias necessárias ao desenvolvimento do município. “Para cada secretaria essa análise tem uma finalidade. E servirá para elaboração do Plano de Mobilidade Urbana e posteriormente para a municipalização do trânsito. Já descobrimos até ruas que nem têm nome”, explicou Júlio Cezar. 

Ele ressaltou ainda que o sistema viário está em constante mudança e por isso, o relatório pode receber dados complementares. A medida faz parte do projeto de modernização e eficientização dos serviços públicos sinalizado pelo secretário desde que assumiu a pasta, em janeiro passado. 

Mapeamento em 3D

Devido à parceria com a Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte – RMBH -, a Prefeitura de Juatuba conta com outro importante instrumento para avaliar a situação atual da cidade: o mapeamento da cidade em 3D, desenvolvido pela entidade a partir de uma metodologia inovadora do Instituto de Geociências Aplicadas – IGA. O levantamento, de acordo com o secretário de Planejamento e Coordenação, Júlio Cezar Gomes, vai contribuir com o desenvolvimento de muitas ações importantes, uma vez que permite à administração conhecer o município detalhadamente. 

O acervo cartográfico foi feito na escala de 1 por 10 mil, o que significa que um centímetro no mapa corresponde a dez mil na realidade. O resultado é obtido a partir da geração de uma ortofoto volumétrica, ou seja, uma imagem fotográfica retificada para remover quaisquer distorções ou deslocamentos do relevo.  Assim, é possível identificar nascentes, vegetação, loteamentos; fazer estudos dos serviços de saneamento e transportes e analisar o uso e ocupação do solo, por exemplo.  O diagnóstico feito a partir da análise das ortofotos dará à Prefeitura a possibilidade de criar um banco de dados, com informações detalhadas, disponibilizadas a todas as secretarias. 

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