Segunda, 20 Novembro 2017

Juatuba tem 62 casos prováveis de dengue e acende alerta contra o Aedes aegypti

Publicado em Saúde Segunda, 13 Novembro 2017 07:30
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A chegada do período chuvoso é sempre motivo de preocupação para as autoridades, visto que a época é mais propícia à proliferação do Aedes aegypti e, consequentemente, à disseminação de dengue, chikungunya e zika vírus, doenças causadas pelo mosquito. Todas as cidades, principalmente as  que enfrentaram epidemias anteriormente, já acenderam o sinal de alerta. 

Caso de Juatuba, apontada no último boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde, divulgado nesta segunda-feira, 06, em médio risco de contaminações pelo inseto. O município, que tem população estimada em 25.087 habitantes, notificou até o momento 62 possíveis casos de dengue, apresentando uma incidência de 247,14. 

De acordo com informações do setor de Epidemiologia, o último Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti – LIRAa – foi feito entre os dias 16 e 19 de outubro. A pesquisa serve de base para o planejamento de ações estratégicas com foco no combate ao mosquito. Ainda segundo o departamento, a situação tem sido monitorada dia a dia, inclusive, com a análise dos indicadores dos anos anteriores. 

O trabalho desenvolvido atualmente, conforme apurado pela reportagem, atenta especialmente no pátio instalado na cidade por um grande grupo do segmento de leilões. “Devido ao porte da empresa, é preciso acompanhamento constante, principalmente com a manutenção, por parte dos empreendedores, de equipe fixa para a extinção dos focos do inseto. A Vigilância Ambiental fiscaliza se esta e outras obrigações estão sendo, de fato, executadas”, informou a Secretaria de Comunicação, por meio de nota, em resposta aos questionamentos do JORNAL DE JUATUBA E MATEUS LEME. 

O setor de Epidemiologia identificou que os principais criadouros na cidade são os depósitos ao nível do solo e os compartimentos móveis, como pneus e garrafas, seguidos de lixo e entulho. “Com base nesses dados é que começamos a propor medidas, como a retomada do Comitê Municipal de Combate ao Aedes aegypti. A partir daí, faremos o cronograma de ações para remoção dos resíduos, como os mutirões de limpeza; além de reuniões com a equipe de Atenção Básica, sobretudo os agentes comunitários de saúde, com o objetivo de reforçar as atividades nos domicílios”, frisou o departamento. 

 

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