Funcionalismo do Estado começa o ano sem previsão de pagamento do 13º Salário

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Fernando Pimentel (PT) entregou o governo do Estado para Romeu Zema (Novo) sem quitar o 13º Salário dos servidores. Em 2017, o então chefe do Executivo de Minas Gerais dividiu o benefício em quatro vezes, com depósitos em janeiro, fevereiro, março e abril de 2018. Essa era a medida esperada novamente pelo funcionalismo. Porém, Pimentel deixou o cargo sem qualquer previsão para a chamada gratificação natalina. E, o governador empossado nesta semana também não tem perspectiva de datas para efetuar os pagamentos.

Em Itaúna, existem 15 escolas estaduais e em média cada instituição conta com 50/60 profissionais, entre professores, serventes e outros trabalhadores. Somado ao número de policiais civis e militares, além de pessoas lotadas em outros órgãos, cerca de mil funcionários do Estado no município passaram as festas de fim de ano sem o dinheiro.

Em entrevista na terça-feira, 02, Romeu Zema adiantou que o benefício dos servidores não será quitado “tão cedo”. O novo governador disse que a gestão anterior não deu acesso à equipe desta administração aos dados financeiros durante a transição. “A partir de hoje é que levantaremos os números. Mas, nós sabemos que a situação de Minas Gerais é extremamente delicada. É um Estado falido”, afirmou.

Já na tarde de sexta-feira, 04, a Secretaria de Fazenda emitiu nota, garantindo que é um compromisso da atual administração trabalhar, prioritariamente, para colocar em dia, o quanto antes, o 13º Salário. Ainda de acordo com o comunicado, a pasta está analisando a realidade financeira de Minas Gerais para informar, com segurança, precisão e transparência, a data do pagamento. A última declaração de Zema, ao canal por assinatura Globonews foi de que serão feitos todos os esforços para que o benefício seja depositado ainda em 2019. A equipe de Finanças avalia a possibilidade de parcelamento dos valores.

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