Aplicativo amplia informações sobre prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama

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A ferramenta foi criada com o objetivo de ampliar a disseminação de informações acerca dos cuidados para evitar o câncer de mama e também conscientizar sobre a importância do diagnóstico precoce, além de ajudar as mulheres em tratamento, no controle dos medicamentos diários.

A idealizadora da plataforma, a farmacêutica especializada em Gestão da Saúde, Renata Alcântara, explica que a ideia surgiu depois que ela se envolveu com projetos voltados à luta contra a doença. O APP conta com lembretes sobre os horários de remédios e exames de mamografia e ultrassom, oferece endereço dos locais mais próximos para realização dos procedimentos, armazena dados para próximas consultas, apresenta dicas sobre hábitos saudáveis de alimentação e incentiva as práticas esportivas.

Outro diferencial do aplicativo é a Rosa, um software que conversa com a paciente de forma instantânea, amigável e que é capaz de conhecê-la à medida que a ferramenta é utilizada, criando assim uma personalização dos cuidados. O funcionamento é totalmente independente da ação humana. Depois que a usuária baixar, o programa automaticamente faz a primeira interação, chamando- -a literalmente para conversar.

 A doença

O câncer de mama é o segundo tipo que mais mata as mulheres no Brasil. Se diagnosticado precocemente o aumento da possibilidade de cura e de qualidade de vida chega a 90%. O Instituto Nacional do Câncer – Inca – estima que 2018 terminará com 5.360 casos novos, com a taxa bruta de 50,15 registros por 100 mil mulheres mineiras.

A mortalidade estadual por neoplasia cresceu em torno de 52% em Minas Gerais, entre 2006 (10,6/100 mil) e 2017 (16,1/100 mil). No ano passado, os 1.430 óbitos em decorrência disso representaram 15,5% do total contabilizado até hoje pela proliferação das células cancerígenas.

Dados do Sistema de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde revelam que no período de janeiro a julho de 2018 foram realizadas 183.762 mamografias de rastreamento na faixa etária de 50 a 69 anos, pela rede pública, no estado.

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