Guilherme do Depósito quer fazer história na política de Mateus Leme

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Estreante na Câmara, Guilherme Henrique Oliveira da Silva, também conhecido como Guilherme do Depósito ou Gangorra, será o vereador mais jovem desta legislatura. Aos 27 anos, o gestor comercial e músico, decidiu entrar na política para tentar mudar as falhas que ele acompanhava até então a distância.

Essa foi a primeira vez em que se elegeu a um cargo público, a que você atribui sua eleição para a Câmara Municipal? Qual seu objetivo ao entrar na vida pública? No seu entendimento, o que é ser um vereador?

Eu sempre estive preocupado, como qualquer cidadão brasileiro, com o que está aí. Mas, eu tinha, como a maioria das pessoas deste país, até certo ponto, repugnância, desprezo e desinteresse pelo processo político. Eu acredito que não há cidadão que não tenha passado por isso. Sempre tive a posição política passiva, oposição natural, na qual todo mundo tem de dizer que político não é para profissional sério e vivi preocupado com o problema que aflige a todos nós, que nos constrange. A situação não é de hoje, não é de 15, 25 anos atrás, é desde a colonização. E como a gente vê que o quadro político geral que aí está tem feito muito pouco para corrigir isso que está estabelecido como gestão política e que a gente não encontra no discurso deles uma proposta séria, uma personalidade firme que consiga mostrar para o povo que tem um futuro melhor, eu me candidatei. E mostrei isso para meus eleitores.

A função de vereador tem suas limitações dentro daquilo que a compõe, ou seja, vereador é um representante da comunidade e ele recebe uma outorga mediante voto para representar a população. Então, ele recebe atribuições, dentre elas legislar e fiscalizar. Vale ressaltar que para fiscalizar o mesmo tem que conhecer a lei orgânica do município. Legislar é criar leis em benefício do munícipe e do município, muita das vezes é só suplementar a legislação Federal e Estadual naquilo que ela reserva para o próprio município.

Você acompanhou os trabalhos do legislativo que está encerrando seu mandato? Qual é sua avaliação desses últimos quatro anos?

Sempre acompanhei os trabalhos do legislativo, acredito que faltou mais empenho de alguns. A cidade merecia mais, destaco positivamente a aprovação do orçamento financeiro municipal, onde se dá um horizonte fiscal para a administração.

Eleito vereador, quais são as próximas etapas dessa sua caminhada? A quais áreas se dedicará?

Eleito vereador, agora é hora de mostrar serviço. Farei alianças com meus colegas de Câmara para promover projetos para a cidade. Trabalharei fortemente nas áreas de ação social, cultura, esporte e turismo. Essas áreas estão um pouco enfraquecidas em nossa cidade. Buscarei benefícios para os distritos e povoados, que muitas vezes são esquecidos pelos políticos.

Como será sua postura nas eleições da Mesa Diretora da Câmara? E perante o executivo do prefeito Renilton, como será sua atuação? Qual avaliação você faz dos últimos quatro anos do Executivo municipal?

Na formação da mesa diretora serei o mais coerente possível, buscando uma mesa que tenha condições de atender, entender e reivindicar os direitos, deveres e interesses de todos os vereadores. Farei um trabalho junto ao prefeito eleito o mais profissional possível, sempre buscando a melhoria de vida dos mateus-lemenses. Avalio os quatro anos do Executivo municipal de forma positiva, pois governar com uma prefeitura sem dinheiro, sem repasse estadual, chuvas fortes, devendo fornecedores no início de gestão e com uma pandemia não é fácil para ninguém. Sem dúvidas farei o melhor para o cidadão mateus-lemense, sempre visando o bem de todos por igual. Entrei para fazer história em Mateus Leme.

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