Hospital estimula amamentação para garantir saúde dos bebês

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A Semana Mundial de Aleitamento materno foi comemorada do dia 1º a 07 de agosto em todo o mundo. A data foi incluída no calendário pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), com o objetivo de lembrar a todos da importância de amamentar o bebê até os dois anos de vida, garantindo um desenvolvimento saudável.

O Brasil, de acordo com informações do Ministério da Saúde, é o país que tem a maior e mais complexa rede de bancos de leite do mundo. Existem locais e profissionais que realizam o serviço, mas faltam gestantes para doar o leite. Com cerca de 211 unidades e 186 postos de coleta, a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano consegue suprir apenas 60% da demanda de recém-nascidos prematuros e de baixo peso internados.

Em Mateus Leme, devido à falta de demanda, não existe um banco de leite no Hospital Santa Terezinha, que é a principal unidade de saúde do município e não há projeto para a implementação do mesmo, uma vez que na instituição não há internação neonatal e/ou pediátrica. A administradora do Hospital, Renata Vidigal Galuppo Fernandes, conta que Mateus Leme não enfrenta dificuldades nessa área. “Quando há necessidade de leite materno, recorremos a Betim ou Itaúna, porém, há muito tempo não precisamos recorrer a essas cidades, uma vez que o aleitamento materno é estimulado desde a primeira hora do nascimento e a permanência deste bebê na unidade é de curta duração”, diz Renata.

Renata disse ainda que o hospital promove campanhas internas de incentivo ao aleitamento materno, que é recomendado que seja o único alimento do bebê até os seis meses de vida e complementado por outros alimentos até os dois anos.

A reportagem entrou em contato também com a Secretaria Municipal de Saúde de Juatuba. Segundo informou a Secretaria, a cidade não possui hospital próprio e nem banco de leite, uma vez que a demanda é pequena. Quando é necessário, Juatuba recorre ao banco de leite do município vizinho, Betim. O leite materno doado aumenta a chance de vida dos bebês prematuros e de baixo peso, sua recuperação é mais rápida, além de protege-los de doenças gastrointestinais, desnutrição e alergias.

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